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ūü•á RATOS: TIPOS E ESP√ČCIES

Atualizado: 25 de out.

Apresentaremos agora uma vis√£o abrangente das variedades e esp√©cies predominantes de roedores urbanos. Estes animais, comumente referidos como ratos, assumem diversas formas, tamanhos e colora√ß√Ķes, e de modo atrevido, ocupam nossas √°reas de cultivo, se banquetean com nossas colheitas, e estabelecem resid√™ncia sem cerim√īnia nas nossas cidades e casas.


Esses roedores são frequentemente encontrados em sistemas de esgoto, emitindo ruídos enquanto se movem. Eles fazem ninhos nas áreas mais inesperadas, como gavetas e armários, além de causarem danos ao roer portas e móveis. Adicionalmente, eles se apropriam de nossa comida, deixando para trás contaminação por meio de fezes e urina. Em resumo, os roedores urbanos são uma verdadeira praga.


Infelizmente, ao longo de milh√Ķes de anos, compartilhamos nosso espa√ßo com essas esp√©cies de roedores que se adaptaram de maneira habilidosa ao nosso ambiente. Eles se tornaram sinatr√≥picos, beneficiando-se da nossa mesa, mesmo sem um convite expl√≠cito. De mais de 1.300 tipos de roedores catalogados no mundo, apenas tr√™s esp√©cies se aproximaram tanto da esp√©cie humana:

  1. Pequenos Mus muscullus: Conhecidos por diversos nomes regionais, incluindo camundongos, ratinhos, ratos de gaveta, e muricha.

  2. √Āgeis Rattus rattus: Comumente chamados de ratos pretos, ratos de teto, ratos de forro e ratos de navio.

  3. Robustos Rattus novergicus: Conhecidos como ratazanas, ratos de esgoto, rato cinza e rato pardo.

Esses roedores urbanos s√£o especializados em sobreviv√™ncia e adaptados √† vida nas cidades. No entanto, al√©m dos problemas econ√īmicos que causam, eles desempenham um papel igualmente indesej√°vel ao servirem como vetores de v√°rias doen√ßas para humanos e animais de cria√ß√£o. Doen√ßas como leptospirose, salmonelose, tricinose, peste bub√īnica, tifo murinho e, mais recentemente, hantavirose, s√£o comumente transmitidas por um ou mais tipos de ratos, especialmente os sinantr√≥picos.


Portanto, os roedores comensais são reconhecidos como uma das principais pragas urbanas e, como tal, são alvos essenciais em comunidades bem organizadas.Embora se discuta ocasionalmente o papel dos roedores sinantrópicos no contexto ambiental das cidades e se possa questionar se seria possível eliminá-los sem causar impactos no ecossistema, a maioria concorda que eles não desempenham um papel significativo nas cadeias alimentares urbanas. Predadores naturais, como cobras, mangustos, raposas e corujas, há muito abandonaram as cidades, e até gatos e cães, tradicionalmente caçadores de ratos, já não os consideram fonte de alimento principal.


Em rela√ß√£o √† rela√ß√£o presa/predador, √© importante destacar que o n√ļmero de presas n√£o determina o n√ļmero de predadores, mas o contr√°rio. Al√©m disso, os roedores s√£o on√≠voros, o que significa que se alimentam de uma ampla variedade de alimentos de origem animal ou vegetal, oferecendo-lhes infinitas op√ß√Ķes de alimento nas cidades. Eles se adaptaram ao longo de milh√Ķes de anos para buscar nossos restos de comida e at√© mesmo nossos alimentos armazenados.


Em suma, os roedores urbanos s√£o pragas urbanas e devem ser combatidos e controlados. Este artigo, embora n√£o aborde detalhes sobre o controle de roedores, destaca a import√Ęncia de entender as caracter√≠sticas dessas esp√©cies de ratos comensais, com √™nfase na necessidade de controle da esp√©cie mais problem√°tica em termos de sa√ļde p√ļblica

Ratazana (Rattus novergicus).


Esp√©cie predominante entre os roedores comensais, macho adulto pode atingir at√© 500 gramas de peso corporal, eliminando ou rejeitando outras esp√©cies de roedores, se porventura estiverem presentes na √°rea infestada. No entanto, existem circunst√Ęncias bastante espec√≠ficas nas quais as ratazanas podem at√© mesmo coexistir com outras variedades de ratos. Essa situa√ß√£o geralmente ocorre em espa√ßos amplos com abund√Ęncia de alimentos. Por exemplo, em um supermercado, ratazanas podem viver do lado de fora e entrar para se alimentar, enquanto ratos pretos se limitam ao forro, descendo apenas para buscar comida, e camundongos podem ser encontrados nas g√īndolas ou pr√≥ximo aos motores dos balc√Ķes frigor√≠ficos.


Essas ratazanas possuem uma elevada taxa reprodutiva ao longo dos aproximados dois anos de suas vidas. As fêmeas têm cerca de oito ciclos de reprodução por ano, com uma gestação extremamente curta, durando cerca de 22 dias.


S√£o territorialistas, estabelecendo seu dom√≠nio em uma √°rea com raio de aproximadamente 50 metros. Dentro dessa extens√£o, encontram-se todas as condi√ß√Ķes necess√°rias para apoiar suas atividades biol√≥gicas. Elas defendem agressivamente esses territ√≥rios contra a invas√£o de outros ratos, inclusive da mesma esp√©cie.


Em situa√ß√Ķes desfavor√°veis ou como uma estrat√©gia de controle populacional, essas ratazanas praticam o canibalismo de sua prole. √Č comum ocorrer o chamado "efeito bumerangue" nessa esp√©cie de roedor, o que significa um aumento, em vez de uma diminui√ß√£o, no n√ļmero de ratos em uma col√īnia quando ocorre algum erro no processo de controle.


Essas ratazanas possuem uma estrutura social rudimentar, baseada em duas classes de indivíduos: os "dominantes", que são os machos e fêmeas em idade reprodutiva, também conhecidos como classe alfa, e os "dominados", representados pelos muito jovens ou muito velhos, denominados classe beta. Os dominantes têm preferência na hora de se alimentar e na escolha das fêmeas com as quais se acasalam. Quando uma nova isca raticida é introduzida, ela geralmente leva à morte primeiro alguns indivíduos da classe beta, antes que os dominantes a consumam.


Essas ratazanas s√£o animais fossoriais que escavam t√ļneis subterr√Ęneos de at√© 1,5 metros de profundidade, criando uma rede interconectada que lhes permite escapar em caso de necessidade.


Sendo criaturas noturnas, elas seguem trilhas demarcadas com seu odor corporal, percorrendo sempre os mesmos caminhos que vão desde os ninhos até a fonte de alimentos.


As fêmeas dessas ratazanas se acasalam com vários machos para garantir uma ampla diversidade genética em sua prole e evitar problemas de endogamia. Cada ninhada pode conter de 8 a 16 filhotes.


Como é comum em roedores, essas ratazanas são incapazes de distinguir cores, pois são animais noturnos e a luminosidade fraca à noite não permite percepção de cores.


Elas dedicam aproximadamente 40% do tempo acordadas à higiene corporal, fazendo vigorosas lambeduras para remover sujeira aderida ao seu pelo durante suas buscas por alimentos, água e acasalamento.


Esses roedores possuem sentidos altamente desenvolvidos, especialmente o olfato e o tato, e são neofóbicos, o que significa que têm medo de objetos novos em seu território.


Espécie de roedor escalador, o Rato de telhado (Rattus rattus)



Antes da chegada das ratazanas, os ratos de telhado eram a espécie dominante, preferindo passar a maior parte de seu tempo em ninhos e territórios elevados, distantes do solo. Eles desciam ao solo apenas para buscar comida e, ocasionalmente, água.


√Āgeis e com excelentes habilidades de equil√≠brio, os machos adultos podiam pesar at√© 220 gramas e tinham uma expectativa de vida de aproximadamente 1,5 anos na vida selvagem. Os ratos de telhado tamb√©m eram prol√≠ficos, com ninhadas variando de 6 a 12 filhotes. As f√™meas entravam no cio at√© oito vezes por ano, com uma gesta√ß√£o que durava cerca de 21 dias.


Eles eram territoriais, estabelecendo seu domínio em áreas com um raio de aproximadamente 38 metros. Defendiam vigorosamente seu espaço contra a invasão de outros ratos da mesma espécie, embora evitassem confrontos com as ratazanas, mesmo que estas fossem numericamente superiores. Os ratos de telhado eram especialmente eficazes na eliminação dos camundongos.


Esses roedores eram noturnos e seguiam trilhas familiares, que podiam ser identificadas em certas estruturas por manchas de gordura deixadas pelo roçar constante de seus pelos.


Possu√≠am sentidos bem desenvolvidos, especialmente o tato e a vis√£o para movimento, que lhes permitiam discernir oscila√ß√Ķes entre claro e escuro.


Assim como as ratazanas, também eram neofóbicos, ou seja, tinham receio de objetos novos em seu território e se aproximavam deles apenas algumas noites depois de perceberem que não representavam ameaças.


Os ratos de telhado dedicavam até 30% do tempo acordados à autolimpeza de seus corpos, usando a lambedura para remover sujeira e manter-se higienizados.



O menor dos ratos urbanos, o camundongo (Rattus muscullus)





No interior das resid√™ncias, os camundongos frequentemente estabelecem seus ninhos em locais onde a temperatura √© mais elevada, como perto de motores de geladeiras, m√°quinas de lavanderia, materiais isolantes de fog√Ķes, gavetas, arm√°rios e caixas de papel√£o, bem como em ac√ļmulos de itens inserv√≠veis.


A vida livre dos camundongos é relativamente curta, geralmente em torno de um ano. As fêmeas têm uma gestação que dura cerca de 19 dias, sendo capazes de gerar até seis ninhadas durante esse período, cada uma composta por 6 a 10 filhotes. Surpreendentemente, a maturidade sexual é alcançada em apenas um mês após o nascimento.


Esses roedores são altamente territoriais e defendem vigorosamente um espaço de apenas 3 metros de raio. Os grupos familiares geralmente consistem em um macho, várias fêmeas e suas crias. O macho dominante tem o papel de expulsar jovens machos que atingem a idade reprodutiva, mantendo o controle sobre o território.


Os camundongos possuem uma notável capacidade de movimentação, auxiliada por uma visão sensível a movimentos, o que lhes permite navegar habilmente em seu território, memorizando os movimentos necessários para contornar obstáculos já presentes na área.


Eles também demonstram curiosidade, sendo neofílicos, o que significa que investigam objetos novos em seu território na primeira noite em que aparecem.


Essas informa√ß√Ķes sobre as tr√™s esp√©cies de roedores urbanos foram apresentadas para destacar algumas das caracter√≠sticas que contribuem para o not√°vel sucesso biol√≥gico desses roedores. Eles est√£o claramente longe de enfrentar a extin√ß√£o. Para uma compreens√£o mais aprofundada da fascinante biologia dos roedores, √© recomend√°vel consultar livros especializados sobre o tema.


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